18 Mai 2013

O sono: o meu e o dela.

Post by Kira at 10:00 on Uncategorized

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Beatriz sempre dormiu bem. E quando eu digo que é dormir bem é dormir bem pelo meu padrão de sono.
Não posso reclamar dos primeiros meses, apesar dos choros constantes por conta de cólica, Beatriz era uma criança que dormia pra caramba. Lembro que no primeiro mês ela praticamente dormia o dia todo e boa parte da noite também. E eu dormia muito também.

Durante a vidinha da Bia muitos ” padrões” de sono rolaram, noites em que ela acordava religiosamente as 3 da manhã e ficava ligadona por 2 ou 3  horas, picos/salto de crescimento, dois cochilos por dia, nenhum cochilo por dia, trocar o dia pela noite, enfim… tudo o que vocês imaginarem. Mas eu nunca me senti ” privada” de dormir.
Na gravidez da Beatriz eu praticamente não dormia, aproveitada a deixa de nunca conseguir dormir e trabalhava noites e noites, era bem divertido. E foi assim, mudou um tanto quando a Beatriz nasceu, acho que por conta da loucura hormonal que virou a minha vida eu consegui ter uma vida relativamente normal. Normal de gente que dorme a noite, sabe?

Porque agora não é mais assim. Eu não durmo. E isso me incomoda muito. Porque gente, você fala pro coleguinha do lado ” eu tenho insonia” e a primeira coisa que você ouve é: insonia nada, desliga o computador para você ver se você não dorme.
Imagina uma pessoa que já tentou de tudo? Então, essa pessoa sou eu.
Sabe o que é desespero? Desespero é você estar cansada, ter sono, deitar na cama já em um horário tipo as 2 da manhã, e ficar rolando pra lá e para cá. Sua cabeça não desligar, o corpo não relaxar e você começa a entrar no desespero. Desespero porque você pensa que a maioria da população simplesmente deita e dorme! Ei você, amigo que deita e dorme, me conta como faz?

Dai que não quero entrar nos remédios tarjinha preta ( saudades Rivotril) pelo motivo de: amamentação. Então a gente vai levando essa vida de ficar acordada até as 5 da manhã, dormir, acordar as 7:30, colocar Dora a Aventureira para a criança, as vezes tirar um cochilo de 2 horinhas a tarde, quando da tempo né?
E claro que isso deixa o humor um lixo, deixa a gente irritada, sem paciência alguma e até a voz mais doce do mundo vai se tornar insuportável. Imagina com a Beatriz perguntando 14185496 coisas por segundo? Tá fácil não!

E o que a Beatriz tem com isso né? Tem com isso que ela tem um sono bizarro, que eu não havia reparado nesse ” padrão” até… hoje.
Gente, minha filha ainda acorda de madrugada! Acorda para mamar, acorda a toa, acorda, acorda, acorda as vezes muitas vezes durante uma noite. É normal? Pode dar tarja preta?

Contar pra vocês o que é frustração. Frustração é você deitar na cama e conseguir dormir, dai sua filha resolver que tipo é super legal acordar 5 vezes durante a noite por diversos motivos ( mãe, quero água/ mãe, sonhei com a bianquinha / mãe, porque sua mãe morreu? /quero tete ) e quando finalmente ela apaga… seu sono some. Desaparece. Vai para a puta que pariu.

Pode morrer?

17 Mai 2013

Solteira: antes e depois da maternidade.

Post by Kira at 10:00 on Uncategorized

 

Confesso para vocês, aqui só para vocês, criei uma puta de uma expectativa da minha vida de solteira. Assim, geralmente não sou uma pessoa que cria expectativas, porque vocês sabem… expectativas só faz a gente se foder né? Então, pra que? Vamos evitar o sofrimento.
Mas criei.
Acontece que existe um detalhe em toda a minha vida de solteira que eu não havia notado, a ultima vez que estive solteira eu tinha 17 anos, eu não tinha casa para bancar, eu não tinha filho pra criar, eu não tinha 20 kgs a mais.
Então você descobre – da pior forma, acredite! – que existe uma puta de uma diferença entre a sua vida de solteira antes e depois dos filhos e que isso fará com que você tenha de mudar TODA a sua estratégia - de caça - para tudo.

 

 

Exemplo um: – Mamãe quer trepar.

Teve um dia que um amigo, bem amigo, amigo pra caramba, tipo super amigo, tipo… amigão, veio em casa. Tinha muitos planos se é que vocês conseguem me compreender. Beatriz também tinha planos. O plano dela foi acordar as 2 da manhã e ficar até as 6 horas da manhã fazendo todas as coisas que ela poderia fazer em qualquer outro momento, tipo: mãe, quero milho. mãe, fiz xixi no seu chão. mãe, bati no seu amigo. mãããeeeee, quero ficar pelaaada.

O que eu aprendi: só trazer amigos em casa quando a Beatriz estiver no pai.
(em momentos de desespero, dramin ta aí né gente?)

 

Exemplo dois: – A ressaca.

Então você saí, finalmente você sai, estrategicamente naquela sexta feira que sua filha foi para a casa do pai, com o combinado de voltar no sábado a tarde. Então você bebe até cair, até esquecer o seu nome, até chegar em casa as 7 da manhã (ainda alcoolizada, vale lembrar), e sabe porque você bebe? Porque você SABE que vai poder dormir o sábado todo, que vai poder curtir sua ressaca, o gosto de cabo de guarda chuva na boca, a dor de cabeça surpreendente, você SABE, VOCÊ ACREDITA NISSO SABE?
Dai o pai da criança liga falando que teve um compromisso e que está levando a criança… as 10 da manhã.

O que eu aprendi: A não atender o telefone se estiver de ressaca, eu poderia ter fingido que nem tava em casa né gente?

 

Enfim, criamos expectativas e esquecemos de que agora temos filhos, de que a nossa vida de solteira será diferente, ou como uma amiga minha disse uma vez: agora vivemos em liberdade condicional.
As vezes eu ainda me frustro, principalmente quando – o que acontece sempre – surge aquele rolê maravilhoso, imperdível, que por incrível que pareça todos os seus amigos estarão lá, e é o fim de semana que sua filha estará com você. Normal né gente? Ainda vou ser rica para pagar uma babá. E pagar uma babá para ficar com a Beatriz quando eu estiver de ressaca. Anotado.

 

 

 Em tempo:
Aceito convites para:

-Vir na minha casa ( com pizza e cerveja ok?)
- Roles suaves onde pode levar a Beatriz ( tipo, domingo no parque)

 

Ps: gostaria de dizer que os dois exemplos usados foram compilações de coisas bizarras que já aconteceram nesse meu tempo de solteira, não necessariamente tudo junto ao mesmo tempo com a mesma pessoa no mesmo dia no mesmo batcanal no mesmo bathorário. Beijo

 

15 Mai 2013

Amigos amigos, mãe solteira a parte.

Post by Kira at 12:44 on Mãe Solteira

 

Desde que iniciei nessa vida de mãe solteira tem acontecido de TUDO. As vezes acredito com toda a certeza do mundo que estou em um seriado.
Daí eu fico aqui somente observando, porque quando uma amiga do grupo fica solteira as pessoas se revelam.

 

 

 

Amigos das baladas:
São aqueles amigos que imaginam que por você estar solteira, irá com eles em todas as baladas, todos os fins de semana, rock n’ roll all night and party everyday. Vontade não me falta. O que me falta é dinheiro e alguém que fique com a Beatriz.
Sério gente, não me leve a mal, eu super queria ir naquele rolê mexicano onde de mexicano só tinha a tequila, mas… as pessoas tem de entender que existe todo um esquema de guerra para eu conseguir sair.
E sinceramente, se eu tenho UMA noite livre eu quero aproveitar indo em um rolê que eu curto, nem tequila eu bebo!

 

 

Amiga Casamenteira:
É aquela amiga que chega falando ” nossa, eu tenho um amigo, super parecido com você…”. Minha cara leitora, esse é o problema, essa frase dita inocentemente contém muitas coisas por trás dela. Das duas uma, ou vai surgir um cara muito aleatório que não tem nada de parecido com você (tipo, o cara é machista) ou vai surgir aquela pessoa que de tão parecida com você, chega a ser insuportável. Porque né gente, eu nem me pegaria, imagina que inferno conviver comigo.
Amiga, o problema não é seu amigo. Sou eu. Quero compromisso não. Entende?

 

Amigo coitadismo:
“Nossa, mas que pena. Você vai encontrar seu príncipe”. Sim, eu ouvi isso. Gente, olha pra minha cara…
Essa maravilhosa frase veio de uma amiga do meu pai.
Coloque na lista coisas como: ” que dó, mas sua filha vai ter um pai um dia…” (oi, ela não tem?)
” Ah, mas conviver é complicado né, você também não é fácil, eu até fico feliz pelo pai da Bia, agora alguém vai cuidar dele…” (sim, minha tia disse essa maravilhosa frase, da pra ver que ela me ama muito né gente?)

 

 

Amigo Oportunista:
É aquele camarada que você chega pedindo um favor, puxando assunto aleatoriamente, qualquer coisa e acaba contando que ficou solteira. No caso eu estava pedindo uma orientação jurídica. E a pessoa não perde a oportunidade e começa com o papo de: poxa, que pena. Mas a vida segue.. vamos marcar uma cerveja, faz tempo que não te vejo…
(tem a versão mais explícita também, que é aquele que fala: owwww que surpresa, vamos trepar!)

 

Amigo Iludido: 
Geralmente é um amigo próximo, que é para te decepcionar com gosto, que ao receber a notícia do término ou até mesmo depois de um puta tempo solteira ele solta: ahh, mas vocês vão voltar, vão se acertar, você vai ver.

Oi?

(Obrigada amiga leitora por lembrar dessa espécie incrível!)

Depois de escrever isso eu penso: será que o problema é nossa sociedade escrota ou eu tenho dedo podre para amigo também?
Mas claro que tem o lado bom.

 

Amiga mãe:
É aquela amiga que responde suas sms surtadas, te ouve, da bronca, se envolve em todos os rolos, da colo e ainda oferece casa, comida e roupa lavada.
Amigo parceiro:
Topa qualquer loucura, até as mais loucas. Atende sua ligação surtando porque está sem filha e entendiada. E ainda arranja algo para fazerem. Te carrega bêbada, cuida de você e por aí vai.

 

E a vida segue né?

 

 

 

 

 

 

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Pessoal, seguinte: fui convidada para um projeto da Coca-Cola chamado Mães + Amigas, o evento de lançamento disso tudo será no Rio de Janeiro dia 25/05. E tá rolando concurso cultural lá na fanpage do blog, para escolher três leitoras para ir comigo para o Rio de Janeiro com tudo pago. Que tal?Mas tem de correr porque só tem HOJE para participar.

 

13 Mai 2013

Mãe é leoa!

Post by Kira at 16:24 on Uncategorized

 

Já ouviu o termo de que quando nos tornamos mãe, viramos um pouco de leoa? Pois é!
Acontece que até então não tive de provar esse meu lado leoa, realmente até então não havia necessidade.

Sexta feira, por volta das 20 horas, saio de casa com a Beatriz para leva-la a casa do pai. Algo que não é o habitual, já que ele quem vem busca-la, mas naquele dia tive de leva-la caso quisesse que ela fosse para lá. E ela queria.
Primeira parada foi um terminal de ônibus próximo de casa, ficamos esperando o ônibus que pararia mais próximo a casa do pai da Bia, até porque tenho medo de parar em algum lugar mais isolado a noite com a Beatriz.
Acontece que esse ônibus é super demorado, a fila já estava enorme pois no caminho ele passa em um shopping, então geralmente ele já está lotado, a Beatriz estava irritada porque já estava tarde e ela queria dormir. Ficou pedindo para sentar, mas o banco estava em uma distância considerável, eu não poderia sair da fila e achei arriscado deixa-la no banco sozinha. Arriscado por dois motivos: 1) era distante, Beatriz é terrível e poderia sair correndo. 2) conheço a filha que tenho, ela iria sair correndo.

Então coloquei minha bolsa no chão, ao meu lado, e falei para ela sentar ali em cima. Foi o que ela fez. E ficou assim por 5 minutos. Até que de algum ônibus desceu um senhor, por volta dos 40 anos, trêbado.

Claro que veio na nossa direção, claro que veio gritando e falando alto, claro que veio mexendo com a Beatriz. Pedi então para Beatriz se levantar, ela levantou e veio para trás de mim. E eu fiquei ali, encarando o maluco e mantendo firme. E ele falando, que era para colocar a criança sentada no banco, que ninguém roubaria ela, que ela era linda, mas que ninguém iria rouba-la e bla bla bla.
E claro, cada vez mais vindo pra cima.
Atrás de mim e da Beatriz estava o corredor onde o ônibus passa. Ou seja, não tinha como sair dali.
E então um ônibus se aproximava e o maluco que estava de frente comigo, simplesmente como um passe de mágica voou para trás de mim para ” proteger” a Beatriz do ônibus  e nisso eu fiquei louca e comecei a gritar. Gritava para ele tirar as mãos da Bia, para ele se afastar e sumir da minha frente. Que se ele encostasse a mão na Beatriz novamente eu quebraria a cara dele. Nisso eu já estava tremendo. Beatriz chorava. E o maluco nos cercava cada vez mais. Comecei a empurra-lo loucamente. E somente então apareceu uns caras e tiraram ele de perto, que saiu contrariado e me xingando.

O mais engraçado disso tudo é que, havia muitas pessoas em volta, muitas mesmo. Pessoas que simplesmente não fazem nada. Aquela coisa, vê a merda toda acontecendo e fica na delas. Não que alguém tenha a obrigação de fazer algo, mas é que vivemos em um mundo maluco onde sempre acontece coisas assim, disso para pior, e muitas pessoas vem e simplesmente ficam caladas, não oferecem ajuda, ou não compram a briga. Onde foi que nos tornamos tão individualistas?

Entrei no ônibus com a Beatriz chorando e perguntando o porque que o homem falava daquela forma, porque o homem gritou comigo e disse que estava com medo. Como explicar?

Como explicar que vivemos em um mundo cheio de malucos?

 

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10 Mai 2013

Concurso Cultural Dia das Mães – Lojas taQi

Post by Kira at 10:45 on Uncategorized

 

 

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Dia das mães está chegando e que tal ganhar um super presentão para ela e para toda a família?

A Lojas TaQi está com um concurso super bacana para esse Dia das Mães, super fácil de participar e o prêmio é sensacional!

Para participar, basta curtir a página da lojas TaQi no Facebook e responder a seguinte pergunta: “ O que minha mãe significa para mim?” e preencher o formulário de contato com seus dados obrigatórios. O autor da resposta mais criativa levará para casa um cooktop Casavitra 4 bocas.

Você tem até o dia 15 de maio para participar. O resultado do concurso sai no dia 20 de maio e será divulgado no site do Concurso Cultural Dia das Mães da Lojas taQi. O vencedor receberá o prêmio direto em casa. Para saber mais sobre a promoção é só ler o regulamento!

E aí, estão esperando mais o que para participar? Não é todo dia que temos uma chance dessas… :D

Vem gente! Participe!

07 Mai 2013

Sobre desafios maternos ou não.

Post by Kira at 14:56 on Uncategorized

 

Ano passado dei de presente para a Beatriz uma bicicleta. Bicicleta essa que ela pediu muito e ficou super feliz de ter ganhado. :) Foi muito bacana para mim, pois era algo que eu realmente queria comprar para ela e queria muito ver como seria a reação dela ao receber, e foi sensacional.

Houve uma enorme empolgação momentânea  onde durante algumas semanas Beatriz andava todos os dias de bicicleta na parte da frente do quintal, que não era enooorme, mas dava para o gasto. Porém crianças querem sempre mais, e Beatriz não queria ficar só no quintal. E daí começaram os problemas…

Veja bem eu passei boa parte da minha (pré) adolescencia andando de bicicleta na rua com a minha prima, durante as férias eram todos os dias e quando estávamos em ano letivo andávamos todo fim de semana. Aqui nunca teve ciclofaixa, então pedalávamos na rua mesmo, alguns pequenos acidentes já aconteceram mas não era nada, nada, nada de grave.
Porém hoje isso não rola mais. Meu bairro que antes era um pequeno bairro afastado totalmente do centro agora tem crescido. A movimentação de carros é bem maior e a imprudência de muitos também.
Os parques da cidade ficam todos do lado oposto onde moro, não é nada viável e a ciclofaixa do bairro só funciona aos fins de semana. Então, o que fazer?

Sabendo de tudo isso, agora imagina uma criança que se acostumou com a televisão (talvez pelas idas na casa do pai, talvez por eu ter relaxado um pouco…), que assistia antes de ir para a creche e ia chorando para a creche porque tinha vontade de ficar em casa assistindo mais. Pensa em uma criança que ficou assistindo Go, Diego, Go! até as duas da manhã dia desses e que só pensava nessa droga de desenho. Pensa em uma mãe estressada, cansada e sem um pingo de paciência. Pois é, a merda estava feita.

Até que dia desses me deu no saco e mesmo com algumas pendencias para resolver comecei a sair com a Beatriz para andar de bicicleta pelo bairro.
Com isso observei alguns problemas:
Primeiramente não tem condições de andarmos na rua, Beatriz ainda não tem a mínima noção e senso de direção, as ruas aqui são bem movimentadas e parece que todo mundo resolveu tirar habilitação pela internet. :p
Outro ponto é que as calçadas são uma droga para andar de bicicleta, muito desnivelada, e isso quando a calçada está liberada, quando não tem ninguém com um carro estacionado em cima dela.
Não tem parques perto de casa. Existe um bosque relativamente perto, porém a segurança é precária e eu tenho medo de ir lá sozinha com a Beatriz.

A opção menos pior que encontramos foi andar pela calçada, em pequenos trajetos todos os dias. Olha, é um exercício diário para qualquer mãe, exercita sua paciência, sua boa vontade, sua concentração e por aí vai.
Imagina só que Beatriz estava pedalando empolgada na calçada totalmente esburacada, e então a bicicleta teve um balanço um pouco maior do que o habitual, ela já ficou morrendo de medo e falou que ia descer, que não queria mais.
O que pensei no momento: Isso Bia! Melhor coisa que você faz! Vamos empurrando a bicicleta que vamos chegar mais rápido…
O que eu fiz no momento: Bia… não pode desistir, tem de tentar. Com o tempo você vai pedalar melhor, tem de tentar sempre!

E então chegamos ao ponto de fazer esse trato velado: ela não desiste de pedalar e eu não desisto de leva-la para pedalar. E assim vamos.

(demora muito para ela desencanar da bicicleta e dos desenhos e partir sei la… pra universidade?)

 

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06 Mai 2013

Maternidade Paradoxa

Post by Kira at 11:15 on Uncategorized

 

Ter filho é um dos baratos mais loucos da vida, não que eu entenda muito de barato mas… é como se fosse uma bad trip eterna com a vantagem de não ser tão bad.
É viver no limite de velocidade, sabe? Por mais que você queira pirar, por mais que você precise pirar, você não consegue. Até consegue, mas não dura, não é rotineiro, não da para extravasar. É viver com o pé no freio.

Dia desses tive vontade de largar tudo e ir morar em outro Estado. A muitos quilômetros daqui. Era um desejo real, com direito a planos, emprego e lugar para morar. Nada me prende. Claro, nada… ou quase nada. Tem uma coisinha de 3 anos e 6 meses que me prende, agora é diferente e eu tenho de pensar nela, como seria minha vida lá… com ela. Porque não sou sozinha, jamais serei sozinha, para sempre terei com quem me preocupar.

Dai a gente muda os planos, muda a rota, muda a vida toda para encaixar nas necessidades de outra pessoa. É. Se isso não é amor, sei lá o que é. E é um amor tão louco, mas tão louco, que não esperamos nada em troca. Porque o que uma criança pode te oferecer? Ter um filho é não ter garantia de nada. Você jamais saberá se seu filho te obedecerá ou não, se ele irá te frustrar ou não, e mesmo assim ama.
Com o tempo entendemos que a maternidade não nos define, mas que tem um papel fundamental naquilo que somos, na nossa história, nas nossas direções e decisões.
Entendemos que não tem como ser só a Isabela, porque a Isabela é uma porção de coisas,  mãe, escritora, feminista, filha, irmã, amiga, leitora…e um tanto louca.

E assim vamos, adaptando, aprendendo, crescendo e entendendo a necessidade de cada momento.

 

 

 

 

Ps: para quem não sabe, eu tenho outro blog onde escrevo coisas que não são maternas :)

03 Mai 2013

Flores Online – Uma forma diferente de presentear!

Post by Kira at 11:21 on Uncategorized

Se tem uma coisa que lembra as mulheres da minha família essa coisa é flores. Não qualquer flor, mas em especial as violetas, flores preferidas da minha mãe e da minha avó.
Eu adoro presentear as pessoas com flores, é algo que não tem como errar, agrada a todas as pessoas e todo o processo de escolher a flor, o arranjo, o cartão é muito bacana.
E foi assim que conheci a Flores Online uma loja especializada em flores e presentes pela internet. Com a facilidade da compra online e a garantia de entrega para todo o Brasil. Bacana não é mesmo? Com flores, cestas e presentes variados para todas as ocasiões, tudo isso online contando com segurança e praticidade.

 

A Flores Online foi fundada em 1998 e hoje é líder no segmento de flores e presentes pela internet. Hoje com mais de 400 arranjos disponíveis no site, para todos os tipos de ocasiões e mais de 150 itens que podem ser adicionados, resultando em uma infinidade de possibilidades para presentear. Com sede em São Paulo e com a vantagem de entrega para todo o Brasil em no máximo dois dias, e para a Grande São Paulo até no mesmo dia da compra.
Todos os arranjos são desenvolvidos pela florista Fátima Casarini, contando com extremo bom gosto e flores naturais da melhor qualidade, aproveitando-se do que o mercado de flores tem de melhor em cada época do ano para criar coleções únicas e momentos inesquecíveis.

 

A coleção de Dia das Mães 2013 está linda e tem para todos os gostos, até mesmo para quem não é tão chegado em flores.
Com lindos e criativos arranjos, cestas com produtos variados e de excelente qualidade e com a garantia de acertar no presente. Sempre com a praticidade de comprar de casa e a garantia de chegar no prazo.

 

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E o meu preferido: 

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Venha conhecer a Flores Online e surpreender sua mãe nessa data tão especial!

 

 

26 Abr 2013

Dia das mães com estilo: Look Mãe & Filha – Lojas Renner.

Post by Kira at 08:00 on Uncategorized

 

Quem me conhece sabe que não entendo nadica de nada de moda, além de não entender raramente me arrisco a ” ousar ” e comprar algo diferente do que já uso. Aquela coisa de não sair da zona de conforto. Me expor em relação a isso? Jamais!
Até que fui convidada pela Lojas Renner para participar do Look Mãe & Filho um concurso de dia das mães.
Fiquei com um medinho básico, porque né… eu, Isabela, a pessoa que sempre usa as mesmas roupas, o Doug Funny da maternidade montando looks? Mas me empolguei e deu certo. Tentei montar o look o mais próximo de coisas que uso no dia a dia, aquilo que é confortável para mim e me sinto a vontade para correr atrás da Beatriz, sentar no chão para brincar e tudo mais.

 

 

O resultado foi esse: 

 

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Gostaria muiiito de ganhar esse concurso e ganhar o look que montei, para isso conto com vocês. É super fácil, é só entrar no blog Estilo Renner e votar na opção ” Blog Para Beatriz”. Fácil não? Se você quiser também pode ajudar compartilhando a imagem no facebook e convidando seus amigos para votarem também. 

Prometo muitas fotos da Beatriz com o look novo ok?

 

Beijos e obrigada :)
(e quero agradecer também ao pessoal da fanpage do blog que se empenhou em votar e aos meus amigos queridos que fizeram campanha, rs)

25 Abr 2013

A arte de pagar a língua.

Post by Kira at 13:05 on Uncategorized

 

Existem coisas nesse mundo que são exclusivamente para crianças. Uma dessas coisas se chama: CROCS.
Vamos entender uma coisa gente, é para criança e só criança fica bem de crocs. Adulto algum fica bem de crocs e eu ainda tento entender de verdade como uma pessoa adulta consegue sair com aquilo na rua.
Todos nós sabemos os riscos que tem esses sapatinhos do demonio, que mãe aqui não leu no mínimo uma matéria sobre a criança desequilibrar, cair, morrer por conta desse maldito.

Acontece que há mil anos a Beatriz ganhou um sapatinho ~ tipo ~ crocs, horrível como todos os outros desse tipo, mas né… criança curte. Quanto mais feio, mais eles piram!
Rolava um preconceito, deixava o pobre sapatinho ali de canto, só colocava na Beatriz para rolês rápidos como por exemplo ir na padaria, ir até a farmácia, essas coisas onde ninguém ou pelo menos poucas pessoas conhecidas veriam ela com aquela coisa horrível. Sem testemunhas.

Mas sapatinho que dura né? Chegamos no ponto do “foda-se” na maternidade, da vergonha, do amor próprio, da noção! Então hoje, Beatriz vai de crocs para a escola. E descobri uma vantagem que todos aqui já devem ter notado: não é chinelo, mas não é tênis. É aquele meio termo maravilhoso! Porque não posso mandar a criança de chinelo para a escola, o pé fica exposto demais, os brinquedos do parquinho são de madeira e pode rolar uma ” ferpa” no pé e por aí vai. Mas no calor ninguém merece ir de tênis, o pé fica nojento, a criança fica incomodada. Então ta aí a solução para tudo: crocs.

Agora a pergunta fundamental: ainda vendem isso? Porque to vendo que vou ter de comprar outra, já que a da Bia está já detonadinha.

crocs

#pagandoalingua
#santa-tipo-crocs